A MATURIDADE EXIGE MUDANÇAS
Is 6.1-8
De que maneira estamos vendo o Senhor? Qual é a nossa visão sobre Deus? No v. 1 Isaías diz que VIU Deus “assentado sobre um alto e sublime trono”. Muitos cristãos só conhecem a Deus apenas pelo que ouvem nas pregações dos pastores, nas aulas da EBD ou pelo testemunho de outras pessoas. Precisamos ter uma experiência como a de Isaías: ver Deus como Ele realmente é. Ter as nossas próprias histórias com o Senhor.
Quando isto acontecer, teremos o nosso conhecimento Dele modificado da mesma forma que Jó 42.5. isto é primordial para que tenhamos maturidade cristã.
Ao conhecermos mais intimamente a Deus, teremos a nossa adoração aprimorada, principalmente no que diz respeito à santidade de Deus. No v.3 os Serafins clamavam “uns para os outros, dizendo: Santo, Santo Santo é o Senhor dos Exércitos:” Devemos, como eles, exaltar a santidade de Deus e buscarmos essa santidade para nós mesmos, pois é desejo Dele que sejamos Santos como ele é santo.
Como Isaías, nós precisamos conhecer o poder ilimitado de Deus (v.4), poder este que fez mover as estruturas do templo somente com a adoração dos Serafins.
O que se deve esperar de uma pessoa que declara ter tido um encontro com Deus? Alguém que viu a Deus? Temos vários exemplos bíblicos de servos que ao encontrarem-se com Deus tiveram seus caminhos mudados: Abraão, Jacó, Isaac, Gideão, Paulo, Pedro, etc. Todos estes experimentaram um encontro pessoal e transformador com o Senhor. O cristão maduro precisa mudar o seu comportamento após seu encontro com Deus.
Para isso ele precisa olhar pra dentro de si mesmo e reconhecer a sua situação de pecador que não pode viver pecando, para não invalidar a sua conversão.
Isaías olhou para dentro de si mesmo e clamou por ajuda (v. 5). Nós precisamos fazer a mesma coisa: se não conseguimos largar o pecado, devemos pedir ajuda de Deus para sermos libertos.
Quando reconhecemos nossa situação de pecadores e clamamos a Deus pr ajuda, Ele nos trata como tratou a Isaías (v.6): com a maior urgência. Por isso o Serafim veio voando tocar os lábios do profeta. Mas nós precisamos tomar a iniciativa de clamar por ajuda.
Após o perdão dos nossos pecados precisamos mudar o nosso comportamento, de forma a não ser escândalo sob qualquer pretexto ao evangelho (II Co 6.3).
Conhecer a vontade de Deus é uma exigência obrigatória para todas as pessoas que querem crescer e se tornar maduras.
A vontade de Deus pode ser a Perfeita (Mt 6.10) ou a Permissível (II Rs 20.5-6). O problema é o confronto da vontade divina com a vontade humana (Hb 5.7-8). O cristão maduro é aquele que se submete à vontade de Deus que é sempre boa, perfeita e agradável, seguindo o exemplo de Jesus. Isaías submeteu-se a vontade de Deus assim que viu e ouviu tudo que o Senhor tinha planejado para o profeta e respondeu “Eis-me aqui, envia-me a mim.” Completamente mudado e amadurecido apresentou-se voluntariamente para cumprir a “ide” de Deus. Rm 1.15
Isaías experimentou três mudanças fundamentais e essenciais em sua vida ministerial. Precisamos entender que para servir é preciso estar disposto a sofrer mudanças em nossos paradigmas. Muitas vezes teremos que fazer sacrifícios, a fim de cumprir as exigências da vontade de Deus. Por último precisamos, como Isaías, experimentar a visão múltipla: visão para o alto, para ver o Senhor; visão para dentro, para ver a si mesmo; visão para fora, para ver os campos missionários.
Que Deus nos ajude a apresentarmos voluntariamente para a sua obra como cristãos maduros.
Édison da Silva Gonçalves é professor da EBD da Igreja Batista Peniel, em Realengo-RJ.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
sábado, 26 de dezembro de 2009
IGREJA COM MATURIDADE
A igreja representa o corpo de Cristo. Não um corpo sem vida, inerte, mas um organismo vivo atuante e que demonstra seu estado proclamando o nome do Senhor pelos quatro cantos da Terra.
Enquanto estamos aqui somos denominados igreja militante, mas o nosso objetivo e ser igreja triunfante. A diferença está na maneira como encaramos nossa missão, delegada por Cristo (Mt 28.18-20). Fazer parte da igreja triunfante é o desejo de todos, mas para isso acontecer, precisamos trilhar os caminhos da igreja militante. Quem milita põe a mão no arado, planta e colhe os frutos. Certa feita Jesus declarou que os campos já estavam brancos para a ceifa e haviam poucos trabalhadores. Será que o quadro mudou e hoje temos muitos trabalhadores dispostos?
Quando falamos de maturidade, queremos enfatizar a responsabilidade que devemos ter com a nossa missão principal como igreja: pregar o evangelho. Quando tomamos ciência e resolvemos cumprir o nosso chamado, demonstramos maturidade.
Esta maturidade é produto do conhecimento de ser a igreja o corpo de Cristo, reconhecer que Ele é a cabeça deste corpo e viver para Ele deve ser a nossa maior motivação. Além, é claro, de glorificá-lo, exaltá-lo e anunciá-lo onde quer que estejamos.
Esta missão só será possível com a ajuda e orientação do Espírito Santo. Ainda bem que Jesus O deixou para que pudesse estar conosco todos os dias, em todos os momentos nos ensinando e conduzindo com virtude, poder e o selo. Quando a igreja segue a sua voz o resultado é crescimento.
Outra manifestação da maturidade da igreja é o engajamento na área social. Uma igreja madura não pode ficar alheia ao sofrimento e privações materiais sejam de seus membros, sejam de pessoas da comunidade em que está inserida.
Por isso o nome igreja, que vem do grego ekklesia significa “um grupo de pessoas chamados para fora” para ir, evangelizar, atuar na sociedade e quem sabe, com esta atitude, transformar o lugar onde mora, onde trabalha, onde estuda. Com certeza haverá “contaminação” da mensagem e consequente expansão do Reino de Deus.
A igreja representa o corpo de Cristo. Não um corpo sem vida, inerte, mas um organismo vivo atuante e que demonstra seu estado proclamando o nome do Senhor pelos quatro cantos da Terra.
Enquanto estamos aqui somos denominados igreja militante, mas o nosso objetivo e ser igreja triunfante. A diferença está na maneira como encaramos nossa missão, delegada por Cristo (Mt 28.18-20). Fazer parte da igreja triunfante é o desejo de todos, mas para isso acontecer, precisamos trilhar os caminhos da igreja militante. Quem milita põe a mão no arado, planta e colhe os frutos. Certa feita Jesus declarou que os campos já estavam brancos para a ceifa e haviam poucos trabalhadores. Será que o quadro mudou e hoje temos muitos trabalhadores dispostos?
Quando falamos de maturidade, queremos enfatizar a responsabilidade que devemos ter com a nossa missão principal como igreja: pregar o evangelho. Quando tomamos ciência e resolvemos cumprir o nosso chamado, demonstramos maturidade.
Esta maturidade é produto do conhecimento de ser a igreja o corpo de Cristo, reconhecer que Ele é a cabeça deste corpo e viver para Ele deve ser a nossa maior motivação. Além, é claro, de glorificá-lo, exaltá-lo e anunciá-lo onde quer que estejamos.
Esta missão só será possível com a ajuda e orientação do Espírito Santo. Ainda bem que Jesus O deixou para que pudesse estar conosco todos os dias, em todos os momentos nos ensinando e conduzindo com virtude, poder e o selo. Quando a igreja segue a sua voz o resultado é crescimento.
Outra manifestação da maturidade da igreja é o engajamento na área social. Uma igreja madura não pode ficar alheia ao sofrimento e privações materiais sejam de seus membros, sejam de pessoas da comunidade em que está inserida.
Por isso o nome igreja, que vem do grego ekklesia significa “um grupo de pessoas chamados para fora” para ir, evangelizar, atuar na sociedade e quem sabe, com esta atitude, transformar o lugar onde mora, onde trabalha, onde estuda. Com certeza haverá “contaminação” da mensagem e consequente expansão do Reino de Deus.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
A IMPORTÂNCIA DE OBEDECER
Qual é a razão para obedecermos aos ditames da moda, do trabalho, da sociedade, etc.? Faz bem ao ego; melhora o relacionamento interpessoal; melhora a saúde, mantetmos nossos empregos. E a obediência aos ditames da vida cristã?
Obediência é vida e somente Deus pode dar o dom da vida (Ec 5.18-19). Quando eu obedeço estou declarando aos céus que dependo de alguém para viver, não consigo trilhar sozinho meu caminho; com a minha própria vontade imperando. Preciso ter a consciência de agir de acordo com a vontade dAquele que vive e reina para sempre.
Tenho de escolher seguir bons exemplos e Jesus é o maior exemplo de obediência (Jo 6.38)
Acima de tudo foi obediente a Deus e sempre que possível declarava isso com exemplo a se seguido, mesmo sob pressão espiritual, emocional, mental e física. (Lc 22.42-44)
A nossa alma tem um “timer” que nos avisa quando estamos certos ou errados: a consciência. Não importa qual seja a situação, se ficarmos incomodados significa que estamos errados. Certa feita um pregador disse que, se queremos fazer alguma coisa e solicitamos orientação de pastores, líderes ou algum irmão sobre ser correto ou não a realização de determinado procedimento, significa que sabemos que é errado, mas queremos dar uma válvula de escape à nossa consciência: se der errado estamos “acobertados” por um “conselheiro” e não somente com a nossa vontade. (Ef 2.2)
O verdadeiro significado de servir ao Senhor é conhecer a Sua perfeita vontade, revelada, definida e registrada em Sua Palavra. O nosso nível de submissão é demonstrado quando há esforço e desejo profundo de consagração e obediência manifesta.
Para crecer em obediência precsamos:
a) não ser indiferentes à Palavra de Deus. Por muitas vezes Deus fala diretamente conosco e nós simplesmente não damos ouvidos ou decidimos não obedecer. Jonas sentiu na sua própria pele e fez outras pessoas sofrerem também. Não sigamos este exemplo. (Sl 142.4)
b) não perder a direção errando os objetivos. Qual é o nosso objetivo como cristãos? Qual é a nossa missão aqui na Terra? Como missionário Jonas resolveu não pregar a palavra onde Deus queria. Será que nós temos falado de Deus onde Ele nos manda? E onde Ele tem nos enviado? (Is 30.21)
c) não ter medo. Toda atitude de desobediência gera medo, pois um ato errado traz consequencias que deverão ser encaradas por quem desobedeceu. (Hb 2.15)
d) não agir equivocadamente. Em muitas situações agimos equivocadamente e sofremos ou fazemos os outros sofrerem. Quando obedecemos evitamos tudo isto, pois nossa consciencia estará tanquila, sem nada a temer e os pensamentos livres de qualquer influencia. (I Sm 15.22)
Portanto a Bíblia nos ordena a obedecer a Deus, a Jesus, ao Espírito Santo, aos nossos pais, às autoridades e aos pastores, porque a obediência dá estabilidade à vida cristã.
Na sua jornada de crescimento espiritual o cristão precisa aprender a obedecer. É preciso fazer um esforço neste aprendizado, pois muitas vezes precisaremos renunciar a nós mesmos. Porém se aprendermos a obedecer estaremos sempre no lucro.
Qual é a razão para obedecermos aos ditames da moda, do trabalho, da sociedade, etc.? Faz bem ao ego; melhora o relacionamento interpessoal; melhora a saúde, mantetmos nossos empregos. E a obediência aos ditames da vida cristã?
Obediência é vida e somente Deus pode dar o dom da vida (Ec 5.18-19). Quando eu obedeço estou declarando aos céus que dependo de alguém para viver, não consigo trilhar sozinho meu caminho; com a minha própria vontade imperando. Preciso ter a consciência de agir de acordo com a vontade dAquele que vive e reina para sempre.
Tenho de escolher seguir bons exemplos e Jesus é o maior exemplo de obediência (Jo 6.38)
Acima de tudo foi obediente a Deus e sempre que possível declarava isso com exemplo a se seguido, mesmo sob pressão espiritual, emocional, mental e física. (Lc 22.42-44)
A nossa alma tem um “timer” que nos avisa quando estamos certos ou errados: a consciência. Não importa qual seja a situação, se ficarmos incomodados significa que estamos errados. Certa feita um pregador disse que, se queremos fazer alguma coisa e solicitamos orientação de pastores, líderes ou algum irmão sobre ser correto ou não a realização de determinado procedimento, significa que sabemos que é errado, mas queremos dar uma válvula de escape à nossa consciência: se der errado estamos “acobertados” por um “conselheiro” e não somente com a nossa vontade. (Ef 2.2)
O verdadeiro significado de servir ao Senhor é conhecer a Sua perfeita vontade, revelada, definida e registrada em Sua Palavra. O nosso nível de submissão é demonstrado quando há esforço e desejo profundo de consagração e obediência manifesta.
Para crecer em obediência precsamos:
a) não ser indiferentes à Palavra de Deus. Por muitas vezes Deus fala diretamente conosco e nós simplesmente não damos ouvidos ou decidimos não obedecer. Jonas sentiu na sua própria pele e fez outras pessoas sofrerem também. Não sigamos este exemplo. (Sl 142.4)
b) não perder a direção errando os objetivos. Qual é o nosso objetivo como cristãos? Qual é a nossa missão aqui na Terra? Como missionário Jonas resolveu não pregar a palavra onde Deus queria. Será que nós temos falado de Deus onde Ele nos manda? E onde Ele tem nos enviado? (Is 30.21)
c) não ter medo. Toda atitude de desobediência gera medo, pois um ato errado traz consequencias que deverão ser encaradas por quem desobedeceu. (Hb 2.15)
d) não agir equivocadamente. Em muitas situações agimos equivocadamente e sofremos ou fazemos os outros sofrerem. Quando obedecemos evitamos tudo isto, pois nossa consciencia estará tanquila, sem nada a temer e os pensamentos livres de qualquer influencia. (I Sm 15.22)
Portanto a Bíblia nos ordena a obedecer a Deus, a Jesus, ao Espírito Santo, aos nossos pais, às autoridades e aos pastores, porque a obediência dá estabilidade à vida cristã.
Na sua jornada de crescimento espiritual o cristão precisa aprender a obedecer. É preciso fazer um esforço neste aprendizado, pois muitas vezes precisaremos renunciar a nós mesmos. Porém se aprendermos a obedecer estaremos sempre no lucro.
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