quinta-feira, 23 de novembro de 2017


 “Não terás outros Deuses
(esboço da lição 3, da revista os 10 mandamentos)
 
Texto Áureo: Dt 6.4

Texto Bíblico básico: Dt 5.6,7 / 6.1-6


PALAVRA INTRODUTÓRIA

Por quê escrever os 10 mandamentos?
Em todo lugar existem leis: universo, trânsito, saúde, civis, selva, etc. A lei de Deus é primordial ao homem. Ele é um Deus de ordem.
Quem os escreveu ou quem deu essa lei?
Toda a Bíblia foi escrita por mais ou menos 40 homens, mas os 10 mandamentos foram escritos diretamente por Deus (Ex 31.18 / Dt 10.1-5) em duas tábuas de pedra, 4 mandamentos em uma e 6 na outra. Os 4 primeiros mandamentos têm a ver com o nosso relacionamento de amor para com Deus e os outros 6 têm a vem com o nosso relacionamento de amor para com o próximo, pois o princípio básico da lei é o amor (I Jo 5.2-3).
Alguns mandamentos são aceitos, outros questionados e outros rejeitados.
É possível cumprir os 10 mandamentos sem ser convertido? sim, mas não tem valor (Mc 10.17ss), porque não os guarda no princípio básico da lei que é o amor. A lei não salva. o que salva é andar com Jesus, é renunciar a si mesmo. Mt 28.20 / Rm 13.10 / Gl 5.14.
Então porque Deus deixou os 10 mandamentos?
É isso que vamos começar a entender, a partir da aula de hoje.
Como objetivos a lição nos apresenta que, ao final da lição deveremos entender devemos amar a Deus e adorá-lo de todo coração e sinceridade.
Nesse caso não há livre arbítrio. É Deus e pronto.

I. AUTORIDADE DA LEI

ponto 2. Na introdução dos mandamentos Deus se apresenta ao povo, dizendo quem Ele é (Dt 5.6). Ele se dirige ao seu povo na segunda pessoa do singular, porque a responsabilidade de servi-lo é pessoal e o texto se refere não somente ao indivíduo, mas à nação (igreja).
ponto 3. A ideia de que esta declaração foi só para Israel nacional ou tribal é falsa, porque Deus é o Senhor do universo. Então Israel representa todos os seres humanos de todos os tempos.
ponto 4. A libertação do Egito deve levar-nos a aguardar o retorno de Cristo como nosso libertador, agora e na segunda vinda (Jo 8.36 / Cl 1.13-14 / I Ts 5.9).


II. O PRIMEIRO MANDAMENTO
ponto 1. Na introdução dos mandamentos Deus se apresenta ao povo, dizendo quem Ele é (Dt 5.6). Deus não é egoísta; Ele é exclusivista; não tem outro; é único. É como se você estivesse num lugar que só tem uma cadeira: não há outro lugar para sentar.

ponto 2. O Egito e as outras nações possuíam vários deuses. Deus quer que Israel seja diferente. Quando ele declara o primeiro mandamento, em primeiro lugar, quer nos dizer que qualquer coisa que colocarmos entre Deus e nós, torna-se um deus (Gn 22.2). Tem pessoas que sabem tudo sobre a vida de artistas, escalação de times campeões do futebol, dedicam-se ao trabalho incessantemente, mas não conhecem os mandamentos de Deus.
ponto 3. Por viver numa terra cheia de deuses, Israel foi morar num local isolado da idolatria (Gn46.34). Isso nos ensina que devemos fazer o mesmo. (Jr 51.45 / Ap 18.4)



          III. EXEGESE DO PRIMEIRO MANDAMENTO
        ponto 2. a expressão "diante de mim" não quer dizer que podemos adorar a outros deuses longe de Deus, mas mostrar que somente Ele é Deus. Não há nenhum outro. (Is 45.6, 14, 21; Jo 17.3; I Co8.6)


          IV. O MONOTEÍSMO

        ponto 1. O objetivo era estreitar a relação de Deus com os filhos de Israel, já que eles só conheciam as leis dos outros povos, com respeito à adoração de seus deuses. Eles precisavam ser instruídos para viver em obediência na terra que iriam conquistar.

      ponto 2. Jesus declara que este é o primeiro e grande mandamento. Mc 12.29-30.

      ponto 3. O eterno é um só. Isso contradiz a doutrina da Trindade? (Cl 2.2,9 / II Co 5.19 / Is 44.6 / Jo 10.30 / Ap 22.13 / Jo 1.1 / I Jo 5.20 / Tt 2.13 / At 5.3-4 / Cl 1.16 / Jo 1.3 / I Pe 1.1 / I Co 8.6 /
       Tudo o que se diz de uma Pessoa é como que se as outras não existissem. O fato de que cada Pessoa possui todas as características divinas e de maneira tão completa que pareceria que nenhuma outra precisaria possuí-las, declara a distinção existente entre as Pessoas.
        Por outro lado, o fato de que elas todas manifestam estas características de maneira idêntica e na mesma medida, declara a Unidade da qual o seu modo de existência brota.


CONCLUSÃO
         Deus se revela como o Nosso Senhor e requer adoração exclusiva. Mt 6.24 - Jesus nos ensinou que ninguém é feliz servindo a dois senhores.


Édison da Silva Gonçalves é Pastor Auxiliar da Igreja Evangélica Cristo para as Nações.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017


O ministério dos anjos
Lc 1.8-23

- 1820: Joseph Smith viu o anjo Moroni. Daí surgiu o Livro dos Mórmons;
- no século V d.C. Mohamed viu um anjo que lhe trouxe uma mensagem que não estava nem judaísmo, nem no cristianismo. Daí surgiu o Islamismo;
- as Testemunhas de Jeová reivindicam ter suas doutrinas sido dadas por anjos;
- Ellen White alega que era acompanhada por um anjo, que lhe ditava as doutrinas que depois serviriam para as bases do Adventismo do 7º dia.
- muitos que se intitulam Apóstolos nos EUA dizem que receberam visitas de anjos que os direcionaram a adotarem este título;
- muitas pessoas dizem que viram anjos na atualidade;
Ou seja este é um assunto bastante relevante para os nossos dias.

. Quem era Zacarias? Um sacerdote em Israel. Havia mais de 18.000 sacerdotes e, por sorte, na vez dele lhe apareceu o anjo Gabriel trazendo boas notícias: o nascimento de João, o batista. Foi sorte mesmo?
. Zacarias duvida e foi punido pelo anjo com a mudez.


O que podemos esperar dos anjos hoje?
1. Quem são eles?
a) são seres de uma raça diferente e superior à nossa; [II Pe 2.11]
b) foram criados em algum momento por Deus, semelhantemente a todas as coisas, antes de nós; [Cl 1.1-17].
c) são seres pessoais, isto é, possuem nomes: Gabriel, Miguel, etc. [Dn 12.1; Lc 1.26]
d) são seres inteligentes, racionais. [Lc 2.13-14; I Co 13.1; Mt 25.41; II Pe 2.4]
e) são invisíveis, mas têm o poder de se manifestar [Lc 1.11, 28-38].
f) Eles aparentemente não possuem corpos definidos
1) aparecem como homens [Gn 18.2; Lc 24.4];
2) com forma não comum, assustadora, para Zacarias [Lc 1.12] e Ezequiel [Ez 10.21-22].
g) são seres imortais: no livro de Daniel, 500 anos antes de Cristo, Gabriel já existia e continuava existindo no tempo de Jesus. [Dn 12.1; Lc 1.19]
h) são seres mais poderosos do que nós: no AT houve um anjo que dizimou um exército inteiro [II Rs 19.35]; emudeceu a Zacarias [Lc 1.20].
i) eles têm organização hierárquica:
1) Anjos: são mensageiros [Ap 14.6-7]; servem a Deus e aos homens [Sl 34.7]; eram puros, mas se rebelaram [Jd 6].
2) Arcanjo: a partícula arc = chefe; [Jd 9, I Ts 4.16]. alguns estudiosos acreditam que há apenas 1 Arcanjo: Miguel;
3) Querubins: a palavra significa guardar, proteger. [Sl 18.6-10; Ez 10.16; Ap 4.8; Ez 10.20-21; Ez 41.18];
4) Serafins: a palavra significa consumir com fogo, queimador. São os adoradores, os cantores do Trono de Deus. [Ez 10.14; Is 1.6];
j) eles estão ao nosso redor [Sl 34.7; I Pe 5.8; I Jo 4.4].

2. São mensageiros de Deus, enviados.
A palavra Anjo vem de ‘angelos’ ou ‘ mal’ac’ que significa mensageiro.
Foram criados para benefício da redenção humana
a) no AT: na libertação do Egito, no deserto de dia e de noite [Ex 14.19]; a Jacó [Gn 32.24]; a Josué [Js 5.13], aos pais de Sansão [Jz 13.1-5], etc;
b) no NT: a Zacarias [Lc 1.11], a Maria [Lc 1.26-27], a José em sonho [Mt 1.20-21], a Jesus no Getsêmani [Lc 2242-43], às mulheres, após a ressurreição [Lc 24.4], apareceram em Atos a Paulo [At 27.23] e soltou Pedro da prisão [At 12.7], etc.

3. A visitação de um anjo equivale à presença de Deus.
a) Abraão discute com o anjo como se fosse o próprio Deus [Gn 18.22-33];
b) Jacó luta com o anjo e depois pede para ser abençoado como se fosse o próprio Deus [Gn 32.26].
c) João no Apocalipse quis adorar ao anjo [Ap 22.8-9];
d) Profetiza e castiga a Zacarias, no texto que estamos estudando [ Lc 1.20].

4. Qual deve ser a nossa atitude com os anjos hoje? Hb 1.14.
Uma parte dos anjos rebelou-se contra Deus e a raça humana [Jd 6]. Hoje eles agem com o poder que têm para enganar e afastar o homem de Deus [Ap 12.9; I Tm 4.1].
Se um anjo nos aparecer, a primeira coisa que devemos fazer é: saber se ele é do bem ou do mal [II Co 11.14-15].
O NT nos orienta a ter cautela. Sem incentivos ao contato. Não há orientação para orar, solicitando ou pedindo a presença de anjos. Gl 1.6-9; II Co 11.13-14.
Devemos ter em mente que:
a) os anjos podem aparecer pregando [I Tm 4.1];
b) eles têm a capacidade de se transformar em anjo de luz [ II Co 11.13].
Quem nos garante que nos centros espíritas são os mortos mesmo que aparecem? E os discos voadores, não seriam manifestações angelicais? Será que eles têm poder de curar? Uma coisa é certa: o culto aos anjos é proibido. [Cl 2.16-18]


Conclusão
- cuidado com as aparições de anjos;
- cuidado com os novos ensino;
- se quisermos ter experiências sobrenaturais, vamos ler a Bíblia.

Édison da Silva Gonçalves é Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico José Alfredo e Pastor Auxiliar da Igreja Evangélica Cristo para as Nações. 

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=4597ppP5pbY

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Os dias antes do dilúvio
Gênesis 6.1-13

Introdução – Este trecho traz um relato das condições que levaram ao dilúvio. Aqueles dias se assemelhavam com a época em que nós vivemos hoje.

I. O sal se tornou insípido – v. 1-2
O povo de Deus é a força que preserva os valores em uma sociedade [Mt 5.13]. Quando os que professam ser santos começam a perder e a comprometer seu testemunho, os tempos se tornam desesperadores. Isto é o que ocorreu antes do dilúvio. Em Gênesis 4, percebe-se que os descendentes de Caim, embora se destacassem em algumas áreas da cultura, desviaram-se mais e mais de Deus e daquilo que era correto. Em Gênesis 4.26 nota-se que nos dias de Enos eles se separaram para a adoração pública. Eles foram o sal da terra. Por isso, em Gênesis 5.6-32, a lista dos descendentes de Sete mostra que a maioria deles era temente a Deus.
O triste relato da decadência espiritual da humanidade daquela época, teve início quando eles começaram a se casar somente com base na atração física [Gn 6.1-2]. Em todas as épocas. Deus tem pedido ao seu povo que somente se casem com aqueles que servem da mesma maneira ao Deus verdadeiro. Isto é para o conforto e crescimento espiritual deles, como também para benefício de suas crianças [Deuteronômio 7.2-4; Êxodo 34.14-16; I Coríntios 7.39; II Coríntios 6.14].
Alguns estudiosos consideram que os filhos de Deus aqui retratados seriam anjos caídos que se relacionaram com as filhas dos homens, mas esta teoria contraria o que diz Mc 12.25, pois Jesus ensina que, na ressurreição, nós seremos como os anjos. E como estes não mudaram sua essência desde a criação, não procede crer que foram eles que coabitaram com as filhas dos homens antes do dilúvio.
Também precisamos considerar o contexto da narrativa, que está falando de dois tipos de pessoas, os descendentes de Caim [filhos dos homens] e os descendentes de Sete [filhos de Deus].

II. As condições do homem – v. 3-5
A – O estado do homem antes do dilúvio – Dt 31.18; Sl 44.23-24; Is 1.15; 59.2; 64.7; Ez 39.23; Mq 3.4.
O fato do homem desobedecer as ordenanças resultou na recusa de Deus em continuar a agir preventivamente na vida humana. Era um aviso às próximas gerações de que a entrega às suas paixões levaria o homem a sofrer o castigo divino. Eles possuíam Noé, como pregoeiro da salvação, mas preferiram não dar ouvidos a ele [II Pe 2.5]. O decreto de abreviar os anos vividos pelo ser humano foi implantado e, a partir dali, o homem conta com esse período de vida para se arrepender. Eles ignoraram e sofreram a condenação do dilúvio.
O versículo 4 comprova que os gigantes andavam pela terra [Gn 14.5; Nm 13.22,28,33; Dt 1.28; 2.10-11; 9.2; Js 11.21-22; I Sm 17.4; II Sm 21.16]. Estes homens duraram até o tempo de Davi.
Os filhos dos casamentos mistos se tornaram famosos na sociedade, mas não diante de Deus. As pessoas casavam e davam-se em casamento, porém as coisas de Deus acabavam ficando em segundo plano.
O versículo 5 revela que a mente dos homens tornou-se um esgoto do pecado. Aliás, a corrupção do homem após o pecado, diferentemente do que muitos acreditam, o tornou intimamente mau [Gn 8.21].
B – Os dias de Noé hoje – Lc 17.26.
Nosso Senhor apontou que as características da vida antes do dilúvio reapareceriam antes da Sua segunda vinda. Tendo em vista as condições atuais, isto nos instiga a olharmos para a vinda de Cristo. Muitos ignoram os avisos que a igreja tem dado, agindo por suas próprias consciências, recusando-se a tirar proveito da maravilhosa misericórdia de Deus. Coisa semelhante acontece nos dias de hoje. Note as características mencionadas.

  1. Preocupação com o prazer físico – Lc 17.27;
  2. Explosão do conhecimento – Gn 4.22;
  3. Atitudes materialistas – Lc17.28;
  4. Rejeição à palavra de Deus – I Pe 3.19;
  5. Aumento da população – Gn 6.1 e 11;
  6. Propagação da violência – Gn 6.11-13;
  7. Atividade sexual ilícita – Gn 4.19;
  8. Disseminação da blasfêmia – Jd 15.

III – O arrependimento de Deus – v. 6-7
O versículo 6 nos diz que Deus se arrependeu ou mudou sua vontade a respeito da criação do homem. É claro que isto é linguagem de antropomórfica, ou seja, Deus está falando como se fosse homem. Estritamente falando, Deus nunca muda Sua vontade, pois Seus planos são eternos e imutáveis [I Sm 15.29; Rm 11.29].
Esta forma de linguagem é usada para nos ajudar a entender a mudança que ocorreu no homem desde a criação, bem como a ira de Deus sobre o seu pecado. Mesmo Deus tendo criado o homem, Ele deve julgá-lo pelos seus pecados. E como Ele falou pelo profeta Jeremias, o seu julgamento está condicionado a atitude do homem em se arrepender ou não do que houver feito de mau contra Deus. O 'fazer desaparecer' do versículo 7 tem a ver com a forma que Deus quer tratar com o homem; obediência gera bênção, desobediência gera maldição [Dt 28.63; 29.20]. o arrependimento de Deus está condicionado em ver que o homem mudou depois do pecado, a tal ponto que não tem outra solução a não ser a morte.

IV. A graça – v. 8
Aqui temos a primeira menção da graça na Bíblia. Ela ocorre durante a época da maior depravação do homem [Rm 5.20-21]. A graça de Deus pode parecer muito restrita aqui, mas vamos lembrar que através deste único homem, a raça humana foi preservada. Muitos, quando leem o versículo 8, veem somente a justiça de Deus em não destruir um homem justo juntamente com o ímpio. Entretanto, isto está longe do significado da graça. Na verdade, Noé era um homem justo [v.6], mas lembre-se de que foi a graça de Deus que o fez assim [I Co 15.10], ou seja, ele foi um escolhido de Deus para a realização desta obra. [Fl 2.13; I Co 12.6; Ef 1.5]

V. A família de Noé – v. 9-10
As Escrituras nos dão algumas informações a respeito de Noé. Ela nos fala de sua vida justa e de seu caminhar com Deus [v. 8-12]; sua obediência quando recebeu uma tarefa [v. 14,22; 7.5]; foi lembrado Deus e salvo da morte [Gn 8.1]; trabalhou pela fé por sua salvação [Hb 11.7]; advertiu seus vizinhos acerca do juízo [I Pe 2.5]; edificou o primeiro altar de que há registro [Gn 8.20]; e foi honrado pelo Senhor com uma aliança eterna [Gn 9.12-17]; além de ter sido citado por Jesus como um dos sinais da segunda vinda [Mt 24.37]. O versículo 10 menciona seus três filhos. Através deles a terra foi repovoada.

VI. Determinação de Deus – V. 12-13
Quando o pecado se torna aberto, o julgamento está próximo. Deus criou o homem santo e o colocou no jardim. Através do pecado o mundo tornou-se uma 'selva'. O julgamento acompanha o pecado assim com as flores acompanham o botão. Como Deus anuncia o fim desde o princípio, através deste trecho da Sua Palavra, podemos ter certeza de que a proliferação do pecado em nossos dias é um prenúncio de que o juízo de Deus está próximo [Is 46.9-10]. Que a misericórdia do Senhor inunde nossas vidas, a ponto de seguirmos o exemplo de Noé e, como ele, preparar uma arca para todos aqueles que estão ao nosso redor.

Édison da Silva Gonçalves é Pastor Auxiliar da Igreja Evangélica Cristo para as Nações, em Uruguaiana-RS.