segunda-feira, 7 de novembro de 2011

CRIAÇÃO, O PROPÓSITO DA UNIDADE

Comentário sobre a lição nº 3 da revista Lições da Palavra de Deus, da Central Gospel, com o tema Aspectos da Unidade.
Sl 19.1-9

“No princípio criou Deus os céus e a terra.” Gn 1.1

Deus criou todas as coisas com um propósito. Nada é por acaso. Quando vemos nos primeiros versículos de Gênesis a criação da luz para separar as trevas; a separação das águas da porção seca, e a consequênte produção de “ervas que dê semente”; os grandes luminares para governar a noite e o dia; os repteis, os peixes, aves e tudo o mais, com o propósito de frutificar, multiplicar e encher as águas e a terra e, por fim o ser humano.
Tudo com propósito definido e em comum acordo, para glorificá-lo e exaltá-lo em todos os seus atos. Por mais simples que possa ser a forma de vida ou qualquer evento cósmico, seja no mundo físico ou espiritual contribuem para realização da vontade de Deus em unidade.

1.A BÍBLIA DECLARA A CRIAÇÃO
A Bíblia declara que a criação foi um ato da soberania de Deus e tudo depende dele (Ne 9.6 / At 17.25b, 28). Não há como viver uma vida independente da ação de Deus (Jo 15.5). O simples ato de respirar só acontece se Ele quiser. Por mais rico que seja, ou inteligente, ou bem sucedido, só foi possível porque Deus estava no controle, administrando (Ap 3.17). Por incrível que pareça ainda existem pessoas que tentam uma vida longe da ação de Deus. Os homens podem divorciar das mulheres, os filhos serem independentes dos pais, mas de Deus não tem como. ( o filho pródigo / Nabucodonosor Dn 4. 29-35)

a. A unidade na natureza
Quando vemos a admiração de Deus em declarar que tudo que criou era bom, somos lembrados da unidade de propósito e desígnio (Mt 6.26 / Rm1.20). Ele nos criou com propósitos definidos e em Seu desígnio cuida de sua criação, alimentando, vestindo, etc. Se a terra estivesse um pouco mais perto ou longe do sol, não haveria condições de ter vida na terra.

2.A CRIAÇÃO DO HOMEM MANIFESTA O PROPÓSITO DIVINO DA UNIDADE
a. Um exemplo clássico. O Homem foi criado para ter unidade com Deus, declarando esta unidade por intermédio da adoração e obediência. Quando houve a queda, iniciou o afastamento e a interrupção desta unidade por causa da desobediência. O pecado nos afasta de Deus e nos aproxima das maldições e do juízo Dele nas nossas vidas. (Josué e o pecado no arraial / os filhos de Eli e o roubo da arca / o afastamento da glória de Deus do povo e seu consequênte rapto para a Babilônia)


3.O RESGATE E A RESTAURAÇÃO DA CRIAÇÃO
A obra de Cristo restaurou a unidade perdida com o pecado denotando o cuidado de Deus com sua criação e com seu propósito original de ter comunhão tanto com o homem quanto coma natureza, pois até ela foi afetada pelo pecado.

a. Passagens e figuras que falam da unidade
1) Em relação ao povo judeu - promessa de restauração da terra e do coração e da alma do povo; Jr 32.29
2) União para a missão – Sempre haverá alguém que Deus sempre levantará para apregoar as Suas maravilhas; Gn 6.18 a arca é a igreja
3) União para a criação de um povo – Deus sempre nos convida para estar sempre em sua presença e manter unidade com Ele e com nossos irmãos vivendo uma vida de vitória já aqui na terra.
4) União para os negócios – Deus é fiel com aqueles que são fiéis seja no muito ou no pouco.
5) União para a evangelização e a salvação – quando manifestarmos a unidade que temos com Deus e com nossos irmãos, estaremos cumprindo o ide de forma completa e mundo irá crer nas obras de Deus. At 2.42-47.

4.CONCLUSÃO
Não existe a possibilidade de cristianismo solitário. Ficar em um quarto, só temporariamente, falando e ouvindo Deus. Depois, sair para ser sal e luz. O cristianismo é sempre coletivo. Nunca deve pensar em si mesmo, mas nos outros. Então o que é ser um? É caminhar juntos com um único propósito. Por isso Deus não mediu esforços para manter a comunhão conosco após a queda e faz isso até hoje. Cabe a nós informar aos homens este propósito de Deus.

Édison da Silva Gonçalves é Professor da EBD na Igreja Batista Peniel em Realengo-RJ.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A DOUTRINA DA TRINDADE

" Na unidade da Divindade há Tres Pessoas de uma mesma substância, poder e eternidade - Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo. Estas Tres Pessoas, são um só Deus verdadeiro e eterno, iguais em poder e glória, embora distintas pelas suas propriedades pessoais. " (Confissão de Fé de Westminster)

Existem alguns problemas de interpretação na Bíblia. E estes problemas tornam-se maiores quando o homem tenta explicar em detalhes coisas que ela não explica.
Mistério é aquilo que o homem não pode entender por si mesmo, então Deus revelou. A trindade é um mistério revelado, mas não nos mínimos detalhes. Encontramos 60 versículos que fazem referência ao nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, não necessariamente nesta ordem. (I Pe 1.2; Jd 21)
O que importa para nós é que são três pessoas distintas, mais iguais em poder, honra e principalmente em essência. Agindo em perfeita unidade de propósito e objetivo, para que o homem alcance a salvação e a vida eterna.
Que nossa fé possa ser renovada a cada dia e possamos compreender este místério a despeito de todas as opiniões que, ao longo dos anos, tentam invalidar esta doutrina. Que Deus nos ajude a continuar estudando a Sua Palavra, para que possamos ter base e confrontar àqueles que pedirem a razão da nossa fé.

Ir Édison da Silva Gonçalves, Professor da EBD da Igreja Batista Peniel em Realengo, RJ.

sábado, 13 de novembro de 2010

A MESA DOS PÃES DA PROPOSIÇÃO

A mesa com os pães da proposição represntam Cristo e seu sustento para nós. Sustento este representado pela Sua palavra e Sua presnça que nos sustentam completamente. A mesa ficava do lado oposto ao castiçal de ouro, significando que o nosso sustento deve ser sempre ilumidado pela preseça do Espírito Santo. Esta mesa representa, também, a uni~]ao que Deus eseja que tenhamos com Ele e prefigura o que acontecerá no grane baquete celestial. O elemnto mais importante da mesa eram os pães em númer e 12, sigificando as doze tribos de Israel. Eram consumidos pelos sacerdotes dentro da tenda, o Sábado, Dia do Sehor, pois eram os pães da face ou presença de Deus. Os materias presentes na mesa eram todos de ouro: pratos de ouro para conduzir os pães à mesa, colheres de ouro para colocar o incenso sobre o pão, cobertas paraa proteção e tigelas de ouro para fazer libação (Nm 28.7), embora essa libação não acontecesse no santuário (Ex 30.).

O ALTAR DE INCESO
O altar de incenso ficava ao fundo de frente para a entrada da tenda e antes o véu. Feito de madeira de cetimrvestida com ouro, representa o miistério e intercessão exercido por Jesus no céu pela Sua igreja na terra. As brasas utilizaas no altar de incenso eram retiradas do Altar de Sacrifício e trazidas pelo sacerdote. Quando o incenso era quimado, a fumaça subia para Deus. O fogo é símbolo do Espírito Santo, que leva ao Pai as nossas petições (Rm 8.26). O propósito do altar ra mostrar ao povo a maior oibra realizada por Cristo. Após ter terminado a redeção, /ele subiuao céu e está sentado à direita de Deus Pai, onde intercede por nós, sem mediação (Hb 7.25). O altar é lugar de adoração. O sacerdote colocava incso todos os dias pela manhã e à tarde, sigificado que, pelo menos, dois horários são necessários para separarmos em adoração ao Senhor. O inceso era preparado exclusivamente para esta ocasião, representando que as nossas orações são especiais e sobem como aroma suave à presça de Deus.

Com o ensino que recebemos através destes dois símbolos do tabernáculo evemos buscar ter maior união entre nós e Deus, nós e os irmãos e, em consequêcia a Igreja o Sehor experimentará uma comunicação contínua e sempre presente com seu Deus.

Édison da Silva Gonçalves é professor da EBD e Maestro o Coral Peniel, da Igreja Batista Peniel, em Realengo, Rio de Janeiro.

Fonte: Revista Lições da Palavra de Deus, da Central Gospel, número 22.