quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A DOUTRINA DA TRINDADE

" Na unidade da Divindade há Tres Pessoas de uma mesma substância, poder e eternidade - Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo. Estas Tres Pessoas, são um só Deus verdadeiro e eterno, iguais em poder e glória, embora distintas pelas suas propriedades pessoais. " (Confissão de Fé de Westminster)

Existem alguns problemas de interpretação na Bíblia. E estes problemas tornam-se maiores quando o homem tenta explicar em detalhes coisas que ela não explica.
Mistério é aquilo que o homem não pode entender por si mesmo, então Deus revelou. A trindade é um mistério revelado, mas não nos mínimos detalhes. Encontramos 60 versículos que fazem referência ao nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, não necessariamente nesta ordem. (I Pe 1.2; Jd 21)
O que importa para nós é que são três pessoas distintas, mais iguais em poder, honra e principalmente em essência. Agindo em perfeita unidade de propósito e objetivo, para que o homem alcance a salvação e a vida eterna.
Que nossa fé possa ser renovada a cada dia e possamos compreender este místério a despeito de todas as opiniões que, ao longo dos anos, tentam invalidar esta doutrina. Que Deus nos ajude a continuar estudando a Sua Palavra, para que possamos ter base e confrontar àqueles que pedirem a razão da nossa fé.

Ir Édison da Silva Gonçalves, Professor da EBD da Igreja Batista Peniel em Realengo, RJ.

sábado, 13 de novembro de 2010

A MESA DOS PÃES DA PROPOSIÇÃO

A mesa com os pães da proposição represntam Cristo e seu sustento para nós. Sustento este representado pela Sua palavra e Sua presnça que nos sustentam completamente. A mesa ficava do lado oposto ao castiçal de ouro, significando que o nosso sustento deve ser sempre ilumidado pela preseça do Espírito Santo. Esta mesa representa, também, a uni~]ao que Deus eseja que tenhamos com Ele e prefigura o que acontecerá no grane baquete celestial. O elemnto mais importante da mesa eram os pães em númer e 12, sigificando as doze tribos de Israel. Eram consumidos pelos sacerdotes dentro da tenda, o Sábado, Dia do Sehor, pois eram os pães da face ou presença de Deus. Os materias presentes na mesa eram todos de ouro: pratos de ouro para conduzir os pães à mesa, colheres de ouro para colocar o incenso sobre o pão, cobertas paraa proteção e tigelas de ouro para fazer libação (Nm 28.7), embora essa libação não acontecesse no santuário (Ex 30.).

O ALTAR DE INCESO
O altar de incenso ficava ao fundo de frente para a entrada da tenda e antes o véu. Feito de madeira de cetimrvestida com ouro, representa o miistério e intercessão exercido por Jesus no céu pela Sua igreja na terra. As brasas utilizaas no altar de incenso eram retiradas do Altar de Sacrifício e trazidas pelo sacerdote. Quando o incenso era quimado, a fumaça subia para Deus. O fogo é símbolo do Espírito Santo, que leva ao Pai as nossas petições (Rm 8.26). O propósito do altar ra mostrar ao povo a maior oibra realizada por Cristo. Após ter terminado a redeção, /ele subiuao céu e está sentado à direita de Deus Pai, onde intercede por nós, sem mediação (Hb 7.25). O altar é lugar de adoração. O sacerdote colocava incso todos os dias pela manhã e à tarde, sigificado que, pelo menos, dois horários são necessários para separarmos em adoração ao Senhor. O inceso era preparado exclusivamente para esta ocasião, representando que as nossas orações são especiais e sobem como aroma suave à presça de Deus.

Com o ensino que recebemos através destes dois símbolos do tabernáculo evemos buscar ter maior união entre nós e Deus, nós e os irmãos e, em consequêcia a Igreja o Sehor experimentará uma comunicação contínua e sempre presente com seu Deus.

Édison da Silva Gonçalves é professor da EBD e Maestro o Coral Peniel, da Igreja Batista Peniel, em Realengo, Rio de Janeiro.

Fonte: Revista Lições da Palavra de Deus, da Central Gospel, número 22.

domingo, 31 de outubro de 2010

O LUGAR SANTO

Quando o povo de Israel chegava ao Tabernáculo, encontrava apenas uma porta colorida, para chamar a atenção. Todos podiam entrar, desde que tivessem uma oferta em sacrifício pelo seu pecado. A primeira coisa que viam após a porta era o altar do sacrifício. Ali os animais eram sacrificados e os pecados do povo eram considerados perdoados, pois a morte da oferta substituía o pecador que deveria morrer. Após apresentado o sacrifício o sacerdote lavava os pés e as mãos para entrar no Santo Lugar, a fim de interceder pelos pecados do povo. Isso acontecia no Átrio do Tabernáculo.

Hoje somos atraídos pela beleza de Cristo, manifestada no colorido da igreja sua representante aqui na Terra. Ele é a única porta pela qual temos entrada no Reino de Deus. Todos podem alcançar a salvação. Não há distinção de raça, tribo, povo ou nação. A igreja tem de pregar esta verdade e atrair o maior número possível para “tabernacular” com Ele.
Para entrarmos não é necessário fazer nenhum sacrifício, pois Cristo já o fez por nós. Ele morreu em nosso lugar na cruz do Calvário. Por isso somos impactados e obrigados a tomar uma decisão: aceitar este sacrifício como suficiente para a nossa vida. Daí teremos os nossos pecados perdoados.
A partir daí temos livre acesso a Deus, mediante o lavar da Sua Palavra que irá nos moldando como ele quer e nos santificando dia a dia, até nos tornarmos varões perfeitos.
Tudo isso acontece no átrio, o lugar comum da igreja, onde todos são iguais, apresentam as mesmas lutas, mesmas ambições e desejos e até a mesma atenção de Deus.onde o sol brilha para todos e a chuva cai para bons e ruins. Onde até o alimento espiritual é servido igualmente. É um bom lugar para estar. Mas Deus nos promoveu a sacerdotes e não podemos ficar satisfeitos somente em ser alimentados. Mas somos desafiados a manter uma comunhão mais íntima com Ele. Isso só é possível no Santo lugar.

O Lugar Santo não é lugar de carne. A carne foi queimada no altar de sacrifício no átrio. O acesso é restrito àqueles que passaram pelo sacrifício de Cristo e foram lavados pela Palavra.
Existem três peças no Santo Lugar: o candelabro de ouro, a mesa dos pães da proposição e o altar do sacrifício.

O CASTIÇAL DE OURO – também chamado de Menorah, era a única fonte de luz dentro do Lugar Santo e representa a Luz do Espírito Santo, que deve brilhar na vida da igreja, trazendo luz ao nosso entendimento, de forma que ela ilumine as trevas. Deus não determinou qual seriam as medidas do castiçal, mas ele seria de ouro puro batido. Já imaginou o trabalho que deu para os ourives realizar tal trabalho no deserto? Mas o simbolismo de não ter medidas é para nos alertar que o Espírito Santo é sem limites. A Sua luz, o Seu poder é ilimitado. A luz devia ficar acesa sempre (Ex 27.20). E o sacerdote tinha a missão de mantê-lo aceso. A luz do Espírito Santo está em nós e cabe a nós mantê-la assim (Lc 11.25).
Quando olhamos a composição do castiçal, observamos que ele possui uma haste central da qual partem outras seis, formando assim sete lâmpadas. Em Is 11.2 lemos que sete espíritos seriam derramados sobre a igreja, a fim de gerar união no seio dela. As sete lâmpadas brilhando uniformemente, nos lembram que a união deve ser a maior preocupação da igreja. União de propósitos, na oração, no conhecimento, na justiça, etc.
As hastes laterais representam a igreja ligada a Cristo e Dele dependendo para obter vida. Pois as hastes são ocas para que o azeite possa correr livremente em seu interior e abastecer os pavios (nós) e mantê-los acesos. Os ornamentos das hastes são os frutos que a igreja deve produzir quando está ligada a Cristo e recebe o combustível do Espírito Santo, manifestado através dos dons espirituais.
As lâmpadas deveriam ficar sempre acesas, mas Deus mandou fazer as espevitadeiras e os apagadores. Não seria um contrassenso? De forma nenhuma, pois Ele sabia que em algum momento a chama poderia apagar. Por isso Ele providenciou uma forma de corrigir o “tropeço” que o pecado pode causar, até remover o pavio, e em último caso remover o castiçal (Ap 2.5).

Como está o nosso depósito de azeite? Lembremo-nos da parábola das 10 virgens. As 5 prudentes tinham azeite para aguardar o noivo, enquanto as imprudentes deixaram o seu azeita acabar. Tenhamos prudência a aprendamos a lição que o castiçal nos dá, para que a nossa lâmpada nunca se apague.

No próximo estudo falaremos sobre a mesa dos pães e do altar de incenso.

Édison da Silva Gonçalves é professor da EBD da Igreja Batista Peniel de Realengo-RJ e Maestro do Coral Peniel.